terça-feira, 20 de maio de 2008

Alunas de Sucesso I

No dia 14 de maio houve a Jornada Pedagógica da UNIGRANRIO.
Tenho o privilégio de lecionar em uma turma de primeiro período de Pedagogia que tem apresentado excelentes trabalhos na disciplina Seminários Temáticos.
Encorajei algumas alunas a apresentarem seus trabalhos na Jornada e as apresentações foram um sucesso. Todas foram ricamente elogiadas.

Fico muito feliz em ver meus alunos brilharem!

Na foto acima, Letícia e Andréa (campus São João de Meriti), após a apresentação da pesquisa com o tema "Educação Inclusiva: significado e possibilidades".

Pessoas atentas à apresentação.

Na coordenação da sala estava a professora Sônia (ao centro). Incentivou as alunas a ampliarem a discussão para apresentar em outras jornadas, fóruns, etc.

Acima, as alunas Rosimar e Leila apresentam "Formação de leitores para a vida inteira: concepções, desafios e possibilidades" e também foram alvo de muitos elogios pela qualidade do trabalho apresentado já no primeiro período.

Da esquerda para a direita: Andréa, eu, Letícia, Rosimar, Regina, Leila e a professora Eunice, coordenadora dos trabalhos nessa sala.
A turma, unida e sempre dando apoio mútuo, ajudou as colegas em sua apresentação - que ocorreu no Campus I - Duque de Caxias. Fernanda Rezende emprestou livro infantil que trata a temática da inclusão dos portadores de necessidade visual. Regina Portugal deslocou-se para o campus para relatar sua experiência com a 'maleta viajante' - através da qual incentiva seus alunos à leitura.

domingo, 18 de maio de 2008

Qualidade é tudo!

Um dia desses, precisei pegar um ônibus e, a determinada altura, entrou um vendedor. Nada de anormal, estamos acostumados com a frase "desculpa incomodar (sic) o silêncio da sua viagem".
Entretanto, nesse dia resolvi prestar maior atenção ao vendedor...
Ele estava sujo, largado, mal cheiroso e ficou pedindo o tempo inteiro para as pessoas comprarem a bananada para ajudá-lo. Ainda ficou dizendo que precisava que comprassem para ele pagar o almoço. Não preciso nem dizer que quase ninguém comprou seu produto.
Recordo-me de uma outra vez, faz uns 10 anos, quando entrou um vendedor ambulante também em um ônibus. Contrastante a cena.
Bem vestido - leia-se: limpo, arrumado, barba feita; alto astral: animado, simpático. Demonstrou o uso de seu produto, brincou com a platéia e vendeu MUITO. Em nenhum momento pediu para as pessoas o ajudarem! Pelo contrário, demonstrou como seu produto podia ajudar as pessoas!
Coisas simples, mas que fazem a diferença.
E você? O que tem feito para se diferenciar em seu trabalho?
Ah, mas eu não sou vendedor! Tudo é vendas.
Se você é professor, que imagem está passando para seu aluno? Qual é o nível de qualidade das aulas?
Se é aluno, que tipo de trabalho tem apresentado? Qual tem sido seu empenho?
Se é pai, mãe, líder religioso, seja o que for... qual está sendo a qualidade de suas tarefas?
Um provérbio chinês diz que tudo o que tem que ser feito merece ser bem feito. Concordo plenamente.

sábado, 17 de maio de 2008

Palestra: Controle seu dinheiro ou seja escravo deles

Convido a todos a assistirem a esta palestra de finanças pessoais, a qual ministrarei no dia 24/05, às 17 horas, no salão de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.
Rua Tenente José Dias, 393 - Centro - Duque de Caxias.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Palestra na Escola Cidadã

Adolescentes... como são animados, cheios de energia!
A dúvida é: estavam animados pela minha palestra ou pelo fato de não terem aula convencional?
Esse grupo da frente foi o mais agitado e participativo. Só lembro o nome de um: Everton Bruno. Foi ele quem apresentou o MC Wellington, que cantou no final da palestra (pena que não tirei nenhuma foto).
Como disse o Wellington antes de cantar, aluno bagunceiro também é inteligente. Concordo. Às vezes, são os mais inteligentes!
Uma visão da quadra, onde foi ministrada a palestra, apenas para as quatro turmas de oitavo e nono anos.


segunda-feira, 5 de maio de 2008

Escrever!


Decidi escrever semanalmente. Um artigo, um poema, uma crônica, ou seja lá o que fosse. Parece que toda minha produtividade de adolescente se esgotou. Escrevia muito, principalmente poemas, mas também me atrevi pelos caminhos dos romances – água com açúcar, mas escrevia!
Agora, vivo correndo de um lado a outro: escolas, faculdades, palestras diversas. E escrever? Daqui a pouco desaprendo o pouco que supunha saber. E culpo o tempo! Ledo engano. Todos recebem 24 horas inteiras, todos os dias. Ainda bem que a distribuição do tempo é bem democrática.
Tá, tudo bem, sei que alguns podem comprar o tempo do outro em forma de seu trabalho. Adoraria poder pagar para preencherem meus diários, lançarem notas nos disquetes ou pela internet e corrigirem minhas provas. Ganharia mais tempo. Para quê?
Para ler e escrever! Já imaginou um trabalho em que se pusesse a ler e escrever o dia todo, da maneira que melhor lhe aprouvesse? Sempre imaginei. Talvez seria cansativo demais. Talvez entediante. Não sei. Pode ser que justamente esta “falta de tempo” para parar e escrever é que faça a atividade ainda mais prazerosa.
Quer uma comparação? Passe uma redação aos alunos para casa! Eles têm todo o tempo do mundo. Quantos o fazem? Aliás, ‘pra quê escrever?”, perguntam-se. E eu me calo. Para quê? Só para corrigirmos? Não! Escrever é deixar o pensamento voar livre e, de repente, se encontrar pousado dentro de nós mesmos, numa viagem fantástica que só desfruta quem faz assim como eu decidi agorinha: parar e escrever o que vier à mente e deixar que as palavras fiquem registradas para quem quiser viajar com a gente.

sábado, 3 de maio de 2008

Momentos são mágicos – registre-os!

Professor deveria ser como um repórter: ter sempre à mão uma máquina e um bloco para anotações.
Há trabalhos que pedimos para os alunos fazerem e eles nos surpreendem de tal maneira que, se não estivermos preparados para registrar, vai se perder parar sempre.
Apresentações, cartazes, dramatizações, grupos de estudo, ânimo, encanto. O professor deveria criar um portifólio para cada turma. Guardar tudo o que marca aquele ano, com aquele grupo.
É eu sei... haja espaço para dar conta de uma pasta por turma!
Pelo menos, que se tenha objetivos claros nas tarefas propostas e se aproveite cada momento mágico e fotografe. Comece a fazer e veja a diferença.
Para quem não tem o hábito de andar com um bloco de anotações, começar a fazê-lo causará surpresa. São idéias que pensamos em colocar em prática que, se não anotadas logo, imediatamente, também são perdidas na vastidão do turbilhão de idéias e pensamentos que nos atropelam constantemente.
Fica a sugestão... Anote-a!

Inclusão Emocional

Na sexta-feira da semana passada, um grupo da turma de primeiro período de Pedagogia apresentou um seminário na disciplina que administro (Seminários Temáticos) com o tema: "Educação Inclusiva". Trabalho impecável sobre as diversas formas de inclusão - das mais variadas formas de necessidade especial à inclusão social. Ao final, uma das integrantes, a aluna Andréa Emmerick ilustrou o entrosamento da turma como um tipo de inclusão, ao dizer:
"Isso é inclusão. Até três meses antes sequer nos conhecíamos!"
Sim, Andréa, isso é "inclusão emocional". De estranhos a participantes dos sucessos e frustrações, apoiando cada conquista uns dos outros. Não é necessário tempo, nem afinidade sangüínea, nada. Apenas é necessário termos a disposição para amar nosso semelhante e acolhê-lo.