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terça-feira, 20 de maio de 2008

Ser feliz ajuda a vencer!

Foto que a aluna Letícia tirou de mim na UNIGRANRIO(mar ou abr/2008)
O artigo que segue foi escrito por mim faz uns dois ou três anos. Eu o postei no site do sabido e algum outro de consultores. Minha surpresa, meses atrás, foi descobrir que muitos blogueiros estão copiando (e dando o devido crédito). Quero agradecer a todos os que estão divulgando a felicidade por aí. Então, agora, aqui também para vocês opinarem.

NOTA: O artigo tem como base meu livro FELICIDADE DE PRESENTE, o qual pode ser solicitado para envio postal através do e-mail: cefaprj@gmail.com.



Muitas vezes, flagramo-nos fazendo planos de ser felizes no futuro - quando terminarmos a faculdade, quando conseguirmos um bom emprego, ou quando comprarmos o carro, a casa... Enfim, parece que a felicidade está sempre num ponto futuro e nunca a alcançamos plenamente. Aqui, proponho o tripé da felicidade, para encontrarmos a felicidade no presente e recebermos de presente a felicidade!

1. GRATIDÃO - O caminho mais fácil para ser infeliz é lastimarmos o que não temos. Devemos, ao contrário, fazer uma lista de tudo o que temos e agradecer - aos familiares, amigos, a nós próprios, ao universo ou a Deus por tudo o que temos.

1.1. Faça uma lista das 10 coisas pelas quais vocêdeve ser grato e verá surpreso que são coisas que o dinheiro não pode comprar.

1.2. Reserve um minuto todas as manhãs para agradecer por mais um dia de vida, por estar com saúde ou ter ainda esperança de tê-la, por ter um trabalho, por ter família ou, simplesmente, por poder ler palavras como estas.

2. ATITUDE - Muitas vezes queremos colher felicidade, quando deixamos as ervas daninhas do pessimismo e baixo-astral invadirem o nosso jardim da mente. Cultive uma atitude positiva em relação a você mesmo e aos outros.

2.1. Diga coisas boas para você mesmo. Avalie o que se tem dito nas últimas semanas. São frases animadoras? Você costuma dizer que se ama? Acredita que é capaz de qualquer coisa?

2.2. Não importa o que te aconteça, você sempre tem alternativa. Você pode, a cada manhã, tomar uma decisão: passar o dia infeliz e cabisbaixo ou estar verdadeiramente feliz. O dia vai passar de qualquer forma, a escolha é sua.

2.3. Li certa vez que devemos fazer uma limonada deliciosa com os limões que a vida nos dá. Então, que coisa boa você pode tirar do momento desafiador pelo qual está passando? Pergunte-se. Não há outro lugar melhor para encontrar respostas.

2.4. Se você desconfia estar passando por uma fase de depressão, não hesite: procure ajuda de um médico imediatamente. Depressão não é "frescura". Busque informações e a cura.

3. VIVÊNCIA DE VALORES MORAIS - Ninguém é feliz sem Deus (ou uma crença que o oriente) e/ou sem viver valores simples como honestidade, solidariedade, amor ao próximo, trabalho árduo, contribuição para a sociedade. Se você estiver se ocupando numa boa causa, ajudando pessoas a serem felizes, certamente você será a pessoa mais feliz.

3.1. Preste serviço, seja voluntário em alguma nobre causa, mesmo que de pequena dimensão - seu bairro ou sua própria família, por exemplo.

3.2. Faça o teste do espelho: ao olhar a pessoa refletida pode encará-la com dignidade?

3.3. Exerça fé, pois há muitas coisas que não conhecemos e nem iremos conhecer. Precisamos de uma força maior que nós para sermos conduzidos.

Ao colocarmos em prática esses passos simples, veremos como fica mais fácil sentirmo-nos felizes e, desta forma, vencer!

domingo, 18 de maio de 2008

Qualidade é tudo!

Um dia desses, precisei pegar um ônibus e, a determinada altura, entrou um vendedor. Nada de anormal, estamos acostumados com a frase "desculpa incomodar (sic) o silêncio da sua viagem".
Entretanto, nesse dia resolvi prestar maior atenção ao vendedor...
Ele estava sujo, largado, mal cheiroso e ficou pedindo o tempo inteiro para as pessoas comprarem a bananada para ajudá-lo. Ainda ficou dizendo que precisava que comprassem para ele pagar o almoço. Não preciso nem dizer que quase ninguém comprou seu produto.
Recordo-me de uma outra vez, faz uns 10 anos, quando entrou um vendedor ambulante também em um ônibus. Contrastante a cena.
Bem vestido - leia-se: limpo, arrumado, barba feita; alto astral: animado, simpático. Demonstrou o uso de seu produto, brincou com a platéia e vendeu MUITO. Em nenhum momento pediu para as pessoas o ajudarem! Pelo contrário, demonstrou como seu produto podia ajudar as pessoas!
Coisas simples, mas que fazem a diferença.
E você? O que tem feito para se diferenciar em seu trabalho?
Ah, mas eu não sou vendedor! Tudo é vendas.
Se você é professor, que imagem está passando para seu aluno? Qual é o nível de qualidade das aulas?
Se é aluno, que tipo de trabalho tem apresentado? Qual tem sido seu empenho?
Se é pai, mãe, líder religioso, seja o que for... qual está sendo a qualidade de suas tarefas?
Um provérbio chinês diz que tudo o que tem que ser feito merece ser bem feito. Concordo plenamente.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Escrever!


Decidi escrever semanalmente. Um artigo, um poema, uma crônica, ou seja lá o que fosse. Parece que toda minha produtividade de adolescente se esgotou. Escrevia muito, principalmente poemas, mas também me atrevi pelos caminhos dos romances – água com açúcar, mas escrevia!
Agora, vivo correndo de um lado a outro: escolas, faculdades, palestras diversas. E escrever? Daqui a pouco desaprendo o pouco que supunha saber. E culpo o tempo! Ledo engano. Todos recebem 24 horas inteiras, todos os dias. Ainda bem que a distribuição do tempo é bem democrática.
Tá, tudo bem, sei que alguns podem comprar o tempo do outro em forma de seu trabalho. Adoraria poder pagar para preencherem meus diários, lançarem notas nos disquetes ou pela internet e corrigirem minhas provas. Ganharia mais tempo. Para quê?
Para ler e escrever! Já imaginou um trabalho em que se pusesse a ler e escrever o dia todo, da maneira que melhor lhe aprouvesse? Sempre imaginei. Talvez seria cansativo demais. Talvez entediante. Não sei. Pode ser que justamente esta “falta de tempo” para parar e escrever é que faça a atividade ainda mais prazerosa.
Quer uma comparação? Passe uma redação aos alunos para casa! Eles têm todo o tempo do mundo. Quantos o fazem? Aliás, ‘pra quê escrever?”, perguntam-se. E eu me calo. Para quê? Só para corrigirmos? Não! Escrever é deixar o pensamento voar livre e, de repente, se encontrar pousado dentro de nós mesmos, numa viagem fantástica que só desfruta quem faz assim como eu decidi agorinha: parar e escrever o que vier à mente e deixar que as palavras fiquem registradas para quem quiser viajar com a gente.

sábado, 3 de maio de 2008

Momentos são mágicos – registre-os!

Professor deveria ser como um repórter: ter sempre à mão uma máquina e um bloco para anotações.
Há trabalhos que pedimos para os alunos fazerem e eles nos surpreendem de tal maneira que, se não estivermos preparados para registrar, vai se perder parar sempre.
Apresentações, cartazes, dramatizações, grupos de estudo, ânimo, encanto. O professor deveria criar um portifólio para cada turma. Guardar tudo o que marca aquele ano, com aquele grupo.
É eu sei... haja espaço para dar conta de uma pasta por turma!
Pelo menos, que se tenha objetivos claros nas tarefas propostas e se aproveite cada momento mágico e fotografe. Comece a fazer e veja a diferença.
Para quem não tem o hábito de andar com um bloco de anotações, começar a fazê-lo causará surpresa. São idéias que pensamos em colocar em prática que, se não anotadas logo, imediatamente, também são perdidas na vastidão do turbilhão de idéias e pensamentos que nos atropelam constantemente.
Fica a sugestão... Anote-a!