quarta-feira, 8 de abril de 2009

Oficina - Leitura: Desafios e Possibilidades











A aluna Leila (terceiro período de São João de Meriti) e eu apresentamos ontem, no auditório da Unigranrio, como parte do I Encontro de Leitura e Literatura Infanto-Juvenil, uma "oficina" de leitura, com partes teóricas (Martins, 2006 e Villardi, 2005) e bastante histórias - contadas, imaginadas, representadas...
O encontro foi maravilhoso e bastante divertido.
Muitos se emocionaram quando a bailarina do Soldadinho de Chumbo apareceu (agradeço imensamente à aluna Thais Lechuga - linda, linda, linda!!!!) e se divertiram com o Soldadinho improvisado, o aluno Jairo, escolhido na platéia.
A aluna Gabriela (7º ano do Lia Marcia) também abrilhantou a ocasião, lendo suas reflexões sobre como é que ela se tornou uma leitora. Agradeço a ela e a seus pais também que permitiram que ela fosse ao evento e a acompanharam para prestigiá-la.
A Elisângela (terceiro período de D. Caxias) abrilhantou o evento declamando a poesia que seu grupo fizera em uma das minhas aulas, com base no texto "Ler devia ser proibido". Magnífico.
A Leila deu show com a peça que ela mesma escreveu. Aliás, toda a parte visual (com exceção dos slides) é mérito unicamente dela. Ficou tudo muito lindo!
Como esquecer do Rafael (filho da Leila) e do Erasto (marido)? Participativos, foram importantíssimos para a realização do evento - indo ao encontro de ensaio, levando material até a minha casa, tirando fotos e filmando o evento.
Além disso, agraceço aos meus queridos alunos do primeiro período de Pedagogia (D. Caxias - manhã), em especial aos voluntários que ficaram na recepção e no apoio de modo geral, ajudando para que tudo corresse bem: Renata, Lais, Elisângela, Melissa, Michel e os demais que, mesmo sem ser "voluntários oficiais" acabaram participando bastante.

Agradeço a todos os presentes. Sendo o evento de manhã e de inscrição não obrigatória, ficamos contentes de ver o auditório repleto de pessoas animadas e participativas.
Não posso esquecer de agradecer à professora Maria Luíza de Andrade que nos incentivou bastante durante todo o processo e me apoiou de forma que nunca irei me esquecer; à coordenadora Leila Navarro que fez uma abertura tão delicada, condizente com o que iríamos apresentar.
E por último, porém, fundamental, à professora Cíntia Barreto que foi a idealizadora desse I Encontro e que, apesar dos mil e um acontecimentos em sua vida pessoal, se empenhou com muita dedicação para a realização desse evento que se tornou inesquecível.

Ah, quem não foi? Perdeu!


Fotos, em breve.

Senta que lá vem história...


Meus alunos da graduação já sabem, afinal é tradição: ao final de cada aula, gosto de contar histórias. Sem precisar de explicação, nem nada. Apenas pela delícia que é ouvirmos e refletirmos.
Alguns alunos se animam e trazem histórias para que eu conte... mas, lógico que eu peço que eles o façam. Assim, como a Neuzimar (na foto), aluna do terceiro período de Pedagogia de Duque de Caxias.
Nesta noite, ela trouxe a história do "Ladrão de Bolachas", que você pode encontrar na seção de histórias, artigos e reflexões.
Valeu, Neuzimar!!!!


I Encontro de Leitura e Literatura Infanto-Juvenil

Aconteceu ontem em todos os campi da UNIGRANRIO, o I Encontro de Leitura e Literatura Infanto-Juvenil, idealizado pela professora Cíntia Barreto, o qual foi de grande sucesso. Parabéns à professora Cíntia, pelo empenho em organizar um evento tão necessário aos futuros (e atuais!) professores!

quarta-feira, 1 de abril de 2009

O diálogo entre o ensino e a aprendizagem

"Telma" (Elisângela) contando sua trajetória. A entrevistadora é a aluna Maria Beatriz.
Acima, os alunos estão representando a descrença que as próprias mães tinham em relação à capacidade de seus filhos aprenderem.
A primeira turma de Telma Weisz, com alunos defasados com relação a idade x série.
A turma de Telma recebendo a notícia de que seriam professoras "improvisadas" nas novas turmas de segunda série abertas pelo governo.
Os pais de Telma, incentivadores. Principalmente o pai, pois acreditava na necessidade de se ter uma profissão desde cedo.

Telma Weisz certamente ficaria contente em ver como seu livro está sendo trabalhado de forma criativa por alguns grupos do terceiro período de pedagogia da Unigranrio.
O primeiro capítulo "Meu batismo de fogo" narra suas experiências iniciais com o magistério e foi muito bem representado pelo grupo, o qual optou por fazer uma dramatização adaptada. Ficou simplesmente o máximo. Pena que as fotos não reproduzem fielmente a qualidade da apresentação.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Eu também quero me casar...


Na semana passada, em virtude de um trabalho que precisei fazer na disciplina de Educação Especial, do curso de Pedagogia UERJ / CEDERJ, eu visitei a Pestalozzi Duque de Caxias. Em uma determinada turma, conheci a Marcia (foto), ela disse que está estudando porque quer subir na vida. E depois, emendou: "eu também quero casar! Minha cunhada falou que eu não vou casar, mas todo mundo casa. Eu também quero!"
Olhei com ternura para ela, afinal, estava expressando o maior desejo de todos nós: amar e ser amado, ser felizes com uma boa pessoa ao nosso lado! Atire a primeira pedra quem nunca o desejou! Não fomos feitos para ficar sozinhos.
O amor, seja de amigo, irmão, namorado, depois do amor próprio, é primordial para que nos sintamos melhores. Para que sintamos a vida em sua plenitude.

8 Passos para alcançar suas metas

Algumas pessoas desejam alcançar metas, mas acabam ficando pelo meio do caminho. É o seu caso? Então, aqui vão algumas sugestões para que as metas sejam alcançadas:

1 - Escolha poucas metas, porém relevantes - Para cada área de sua vida escolha uma ou duas metas, no máximo. Pense em cada papel que você desempenha agora: estudante, pai /mãe, profissional, membro de algum grupo religioso, indivíduo, etc.
Lembre-se da onça e da leoa. A onça teve uns sete filhotes e perguntou, orgulhosa, quantos a leoa havia tido. Ela responde: "Tive um só. Mas é um leão!"
Ataque os leões de sua vida em primeiro lugar.

2 - Ser específico - Muitas pessoas estabelecem metas generalistas demais e acabam não se comprometendo com o cumprimento delas. Escreva no papel as suas metas dizendo claramente o que pretende alcançar - ao invés de simplesmente dizer que quer viajar, especifique o local , período de viagem, atividades que pretende fazer, etc. - inclua informações sobre quando irá cumprir a meta, como (ou seja, os passos necessários para conseguir. Por exemplo, quanto por mês de seu salário destinará para a viagem, quando que vai visitar uma agência ou entrar em contato com um hotel) e por que. Sim, a meta precisa ser relevante, lembra? Portanto, por que você está escolhendo esta meta? Qual sua real importância?

3 - Escrever, escrever, escrever - dizem que escrever uma meta aumenta 60% a chance de ela se concretizar. Sei que quando eu escrevo minhas metas a imagem delas se torna mais nítida para mim. Consigo visualizar melhor os passos a serem dados e fica mais fácil que eu acompanhe o meu desempenho em realizar o que escrevi.

4 - Ler e reler - se possível, diariamente. Se não der, pelo menos uma vez por semana. Ajustes no trajeto sempre são bem-vindos. Ao ler, você reflete se está deixando aquela meta esquecida e decide o que precisa ser feito em relação a isso.

5 - Agendar sua meta - inclua em sua agenda semanal algum passo para sua meta. Se você não tem tempo para seus planos, eles não devem ser tão importantes assim. Se for o caso, então, descarte-os.

6 - Visualizar - inclua fotos, recortes, gravuras, gráficos, qualquer coisa que te faça lembrar da meta traçada e te "empurre" em direção a elas.

7 - Celebrar vitórias - cada conquista merece ser celebrada de alguma maneira. Seja um vício vencido, um bem material adquirido, um curso realizado, um quilo perdido! Encontre maneiras de celebrar cada conquista antes de se jogar na busca de mais e mais.

8 - Agradecer a Deus - lemos nas escrituras sobre os dez leprosos que obtiveram a cura. Somente um voltou para agradecer a dádiva conseguida. Quem você prefere ser: os nove que se foram ou aquele único que, apesar da euforia e corre-corre, conseguiu voltar, parar e demonstrar sua gratidão?

Sucesso!

quarta-feira, 4 de março de 2009

Ensino crítico

Estava relendo um pouco a história dos pensamentos pedagógicos, das tendências acríticas ao momento atual, em que se preconiza a Didática em seu caráter multidimensional, a qual deve dar conta não só das dimensões técnica e humana, mas também do caráter político-social na educação.
Contudo, quando se fala em formar cidadãos crítico-reflexivos, questionadores das condições sociais que os cerca, professores esquecem que ser questionados também faz parte desse exercício.
Aí... o quadro muda de figura e muitos que se denominam "sócio-interacionistas" (mesmo sem saber o que isso significa) voltam a ser os tradicionais com discursos do tipo "sabe com quem está falando?", "como ousa me questionar?", como se o professor fosse, a essa altura da história, o detentor do saber!
Lastimável...